Linhas Orientadoras


São Linhas Orientadoras do plano de ação do DPES as contidas no Documento ” Linhas Orientadoras da Pastoral do Ensino Superior” [SNESP, 2003]:

  1. A procura da consolidação integral da pessoa na formação da sua consciência cristã (cf. Gaudium et Spes 16), no criar “espaços” de encontro com Jesus Cristo, na vivência comunitária da própria fé e no acolhimento afetivo e humano daqueles que têm, cada vez mais, experiências de vida fragmentadas e fragilizadas – a começar na própria família;
  2. O diálogo gradual de inculturação não só os paradigmas poético e artístico, mas também os grandes axiomas e valores, apelando à dimensão da contemplação e de construção perante o ‘belo’, o ‘bem’ e a ‘verdade’;
  3. A dinamização do diálogo e da síntese progressiva e gradual da fé-razão: quer integrando os que têm uma vivência cristã anterior, quer, procurando ser porta de entrada para a fé por meio do primeiro anúncio, porque a «fidelidade à pessoa humana exige a fidelidade à verdade, a única que é garantia de liberdade (cf. Jo 8, 32) e da possibilidade dum desenvolvimento humano integral» (Caritas inveritate, nº 9);
  4. O aprofundamento da experiência de Deus e de evangelização, num dar razões de fé e de esperança, assumindo o mundo a partir do ensino superior como o próprio espaço da missão do ‘ser cristão’, numa construção que não se limita a atividades pontuais, mas que permita perspetivas mais estruturadas e configuradoras de um itinerário;
  5. O re-situar a Igreja no serviço à cultura, como um espaço e um lugar natural, assumindo a origem histórica da Universidade – no contexto eclesial – como uma herança que nos ‘envia’ a retomar o nosso lugar nesse areópago do saber;
  6. O reestruturar a missão e a importância das capelanias nas Universidades civis e procurar promover uma relação mais adequada com algumas Instituições Universitárias do nosso país onde isso ainda não é uma realidade;
  7. O criar espaços de diálogo entre os diversos movimentos, grupos e organismos que trabalham no Ensino Superior, incentivando um projeto comum que respeite a identidade e especificidade de cada um, sem esquecer a necessária relação com as comunidades paróquias;
  8. O promover uma leitura da realidade do ensino superior na sociedade e atualizar permanentemente essa leitura crítica e construtiva à maneira da leitura dos ‘sinais dos tempos’ (Gaudium et Spes 4, 11);
  9. As diversas situações de carência social, estando atento às situações mais dramáticas e difíceis, particularmente referentes a propinas, alojamento ou alimentação, procurando respostas criativas que envolvam a comunidade académica;
  10. A abertura ao diálogo inter-religioso, ecuménico e com não crentes, considerando especialmente os alunos vindos de outros países, promovendo a diversidade e o respeito pela interculturalidade mesmo com aqueles que fizeram a sua iniciação noutra religião;
  11. O promover e incentivar o acompanhamento pessoal e espiritual nas diversas situações e momentos da vida, desde a vivência dos diversos sacramentos, passando pelas experiências de luto e frustrações, até à ‘sede de Deus’.
Anúncios